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Blog > Blog do José Luís Peixoto
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Canada - 16/10/2009 - 15:08

 

16/10/2009 - 15:08

natália vieira - diz: - Espero que não percas canetas com a mesma frequência com que perdes cartões de passageiro frequente... Eu (a da caneta) continuo a desenhar personagens com palavras e a inspirar-me nas tuas, personagens e palavras. Beijos e boas viagens.

16/10/2009 - 15:08

lia - diz: - E uma natural de Toronto a viver em Portugal e que te lê em contínuo.... não entra para a lista??? ME, MYSELF and I!! beijinho!!

16/10/2009 - 15:08

Natália Vieira - diz: - Espero que não percas canetas com a mesma facilidade com que perdes cartões de passageiro frequente... :) Há canetas que podem ser devolvidas, se forem personalizadas! Continuo também a desenhar personagens com as palavras. Beijos e boas viagens.

16/10/2009 - 15:08

Natália Vieira - diz: - Natália Vieira- Espero que não percas canetas com a mesma facilidade com que perdes cartões de passageiro frequente... :) Há canetas que podem ser devolvidas, se forem personalizadas! Continuo também a desenhar personagens com as palavras. Beijos e boas viagens.

16/10/2009 - 15:08

Natália Vieira - diz: - Espero que não percas canetas com a mesma facilidade com que perdes cartões de passageiro frequente... :) Há canetas que podem ser devolvidas, se forem personalizadas! Continuo também a desenhar personagens com as palavras. Beijos e boas viagens.

16/10/2009 - 15:08

Carlos Faria (geocrusoe) - diz: - Fico feliz por ter gostado de Toronto, é parte da minha terra natal como filho de emigrantes nascido em Galt a 100 km do centro de Toronto. Tenho quase todos os teus livros, julgo que me falta 1, e não li 2 dos que tenho ainda, nomeadamente "Cemitério de Pianos". Como contacto com a diáspora canadiana menos ligada ao Portugal, vou tentar divulgar os teus livros traduzidos, conheço as livrarias que nomeaste, é um bom ponto de partida

16/10/2009 - 15:08

Carlos Faria (geocrusoe) - diz: - Fico feliz por ter gostado de Toronto, é parte da minha terra natal como filho de emigrantes nascido em Galt a 100 km do centro de Toronto. Tenho quase todos os teus livros, julgo que me falta 1, e não li 2 dos que tenho ainda, nomeadamente "Cemitério de Pianos". Como contacto com a diáspora canadiana menos ligada ao Portugal, vou tentar divulgar os teus livros traduzidos, conheço as livrarias que nomeaste, é um bom ponto de partida

16/10/2009 - 15:08

ME - diz: - Chama-se “Livro” e será o novo romance que José Luís Peixoto irá lançar em Março de 2010. O tema é a vaga de emigração para França nos últimos 50 anos, uma aventura de milhões de portugueses que procuravam melhores condições de vida. Os pais do escritor alentejano foram emigrantes mas ele já avisou que o livro não se inspira particularmente nessa experiência. Esperemos que chegue depressa porque José Luís Peixoto é um dos melhores escritores portugueses contemporâneos e só quem leu "Morreste-me" ou "Nenhum Olhar" percebe exactamente do que estamos a falar...

16/10/2009 - 15:08

Francisco Hermenegildo - diz: - Li vários dos teus livros, comecei pelo Cemitério de Pianos, e agoro ando a ler - Uma Casa na Escuridão. Dos que li, o que mais me marcou foi - Morreste-me, certamente por ter perdido o meu pai a alguns meses. Quanto à disponibilidade, sempre que quero comprar - para ler ou oferecer - tenho-os encontrado nas Bertrand de alguns CComerciais, com enorme facilidade.

16/10/2009 - 15:08

TF - diz: - Aqui na Madeira não só encontramos livros seus a venda como tambem ja vi muitas pessoas a lê-los em cafés, ou com eles nas mãos, para servir de "companhia" nas horas vagas! e eu posso muito bem garantir que é uma óptima companhia, sem dúvida alguma! Beijinhos*

16/10/2009 - 15:08

Orada Chambel - diz: - Para o José Luis Peixoto: Li um dia o seu livro "Criança em Ruínas" na sala do Jardim de Infância onde trabalhei e que, se calhar, tão bem conhece: O "Infantário Dona Anita" em Galveias. Foi, sem dúvida, o melhor livro que já li, e com o qual me emocionei bastante. Estive neste infantário durante dois anos lectivos, uma obra deixada pelo Comendador Assis Roda, em 1956. Foi, sem duvida um lugar intenso que deixa as suas marcas... Cheio de histórias e lendas, onde recordo também e inteiramente o seu livro... e a minha leitura.

16/10/2009 - 15:08

Orada Chambel - diz: - Para o José Luis Peixoto: Li um dia o seu livro "Criança em Ruínas" na sala do Jardim de Infância onde trabalhei e que, se calhar, tão bem conhece: O "Infantário Dona Anita" em Galveias. Foi, sem dúvida, o melhor livro que já li, e com o qual me emocionei bastante. Estive neste infantário durante dois anos lectivos, uma obra deixada pelo Comendador Assis Roda, em 1956. Foi, sem duvida um lugar intenso que deixa as suas marcas... Cheio de histórias e lendas, onde recordo também e inteiramente o seu livro... e a minha leitura.

16/10/2009 - 15:08

Orada Chambel - diz: - Para o José Luis Peixoto: Li um dia o seu livro "Criança em Ruínas" na sala do Jardim de Infância onde trabalhei e que, se calhar, tão bem conhece: O "Infantário Dona Anita" em Galveias. Foi, sem dúvida, o melhor livro que já li, e com o qual me emocionei bastante. Estive neste infantário durante dois anos lectivos, uma obra deixada pelo Comendador Assis Roda, em 1956. Foi, sem duvida um lugar intenso que deixa as suas marcas... Cheio de histórias e lendas, onde recordo também e inteiramente o seu livro... e a minha leitura.

16/10/2009 - 15:08

claudia ribeiro - diz: - Um ambiente incrivel, parece-me agora ser este aqui. Pois, vida alguma é igual a outra vida, nem à propria. Um talento raro, pode no entanto abrir caminho no rumo da universalidade e tão só com palavras JLP tem feito isto. Não o tivesse lido, não teria tido ganas de continuar na lida da escrita. Tenho tido dificuldades de encontrar leituras novas a altura do que encontrei nos seus livros. Porisso volto as vezes a Gumarães Rosa : "Bananeira dá em vento de todo lado. Homem? É coisa que treme. O cavalo ia me levando sem data".

16/10/2009 - 15:08

Emanuel Melo - diz: - Prezado José Luís, Foi um prazer total de estar presente na sala universitária da Victoria College num ambiente conchegado e precioso pelas palavras que dissestes sobre a tua escrita. Eu não achei que falastes demais. Pelo contrário, podia estar ali a ouvir-te por muitas mais horas. Foi rara esta oportunidade que tive de estar na presença de um escritor cujo livro Cemitério de Pianos li e fiquei prezo pela maneira de como escreves. Quero ler mais, quero ler aqueles livros dos quais nos falastes durante tão pouco tempo mas que vale apenas procurar e ler. Muito obrigado pela tua simpatia e amabilidade. Foi um encontro que nunca mais esquecerei, valeu a penas a tua visita a Toronto. Espero que voltes qualquer dia no futuro, Um abraço, Emanuel

16/10/2009 - 15:08

Emanuel Melo - diz: - Prezado José Luís, Foi um prazer total de estar presente na sala universitária da Victoria College num ambiente conchegado e precioso pelas palavras que dissestes sobre a tua escrita. Eu não achei que falastes demais. Pelo contrário, podia estar ali a ouvir-te por muitas mais horas. Foi rara esta oportunidade que tive de estar na presença de um escritor cujo livro Cemitério de Pianos li e fiquei prezo pela maneira de como escreves. Quero ler mais, quero ler aqueles livros dos quais nos falastes durante tão pouco tempo mas que vale apenas procurar e ler. Muito obrigado pela tua simpatia e amabilidade. Foi um encontro que nunca mais esquecerei, valeu a penas a tua visita a Toronto. Espero que voltes qualquer dia no futuro, Um abraço, Emanuel

16/10/2009 - 15:08

Kátia Proust - diz: - Amigos de blog, uma dúvida: o post do José Luís termina com as palavras "um ambiente incrível" mesmo? É que fica um espaço enorme depois, aí fiquei na dúvida. Bem, seja como for, só passei para que o nosso querido escritor fique sabendo que nunca está a falar sozinho :) Bom domingo a todos, onde quer que estejam! Beijos.

16/10/2009 - 15:08

Francelina - diz: - Considerando que estou a trabalhar nas suas obras, há uns meses, e não me canso de reler os textos, as suas mensagens e a beleza da escrita, de igual modo, maravilho-me com a sua simplicidade humana. É isto que faz um grande escritor, aquele que com naturalidade nos toca no coração, sem intenção. Bem Haja, Um abraço

16/10/2009 - 15:08

Moon_T - diz: - 47 pags... ?

16/10/2009 - 15:08

carmen - diz: - Jose Luis, Aqui vai a resposta as suas duvidas (se falou demais ou nao). Chegou-me (e a outros) esta manha via e-mail. De certeza que a minha amiga Manuela (Marujo) nao via importar-se de aqui imprimir a mensagem: "Ontem na Universidade de Toronto, durante cerca de uma hora hora os olhos, ouvidos e coracões dos estudantes universitários, professores e alguns dos AMIGOS DOS ESTUDOS PORTUGUESES estiveram presos as palavras do escritor José Luís Peixoto. Falou-nos sobre o oficio do escritor, a essência dos seus livros de ficcão, poesia e contos. A seriedade, a criatividade e beleza da sua escrita encantaram e comoveram"

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