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As Alziras - 17/09/2009 - 13:01

 

17/09/2009 - 13:01

Ana - diz: - Ana - diz: - "Nessas segundas-feiras, as Alziras brilhavam. Sem o saberem, cada uma delas tinha o nome de um anjo. " Na terra onde vivo era tradição chamar ao picnic da segunda-feira de Páscoa "Anjo", belíssimo texto que me fez retornar aos vários anjos da minha infância. Obrigada

17/09/2009 - 13:01

Ana - diz: - "Nessas segundas-feiras, as Alziras brilhavam. Sem o saberem, cada uma delas tinha o nome de um anjo. " Na terra onde vivo era tradição chamar ao picnic da segunda-feira de Páscoa "Anjo", belíssimo texto que me fez retornar aos vários anjos da minha infância. Obrigada

17/09/2009 - 13:01

Maria Alzira Ereiro Sobreiro - diz: - Eu sou Alzira Sobreiro. Uso há dez anos uma, duas canadianas... Eu sou sua leitora assidua, desde o tempo do Jornal de Letras. Sou alentejana, de Marvão... Eu quero lhe bem por ser da isade do meu filho mais velho e porque sabe por o dedo na sensibilidade de cada um...

17/09/2009 - 13:01

Maria Alzira Ereio Sobreiro - diz: - Maria Alzira Ereio Sobreiro - diz: - Maria Alzira Ereio Sobreiro - diz: - Maria Alzira Ereio Sobreiro - diz: - Eu sou Alzira sobreiro. Tenho desde há 10 anos de usar canadiana por um acidente de queda na rua... e uma operação que correu mal. Eu tenho seguido muito de perto o seu percurso literário... desde o Jornal de Letras. Eu quero-lhe bem porque tem idade do meu filho mais velho e sabe "tocar" a sensibilidade dos que sabem ver a vida com olhos de ver. Continue... É egoismo desejar-lhe que continue a escrever muito e bem? talvez... quebra o meu ritmo de solidão.

17/09/2009 - 13:01

Maria Alzira Ereio Sobreiro - diz: - Maria Alzira Ereio Sobreiro - diz: - Maria Alzira Ereio Sobreiro - diz: - Eu sou Alzira sobreiro. Tenho desde há 10 anos de usar canadiana por um acidente de queda na rua... e uma operação que correu mal. Eu tenho seguido muito de perto o seu percurso literário... desde o Jornal de Letras. Eu quero-lhe bem porque tem idade do meu filho mais velho e sabe "tocar" a sensibilidade dos que sabem ver a vida com olhos de ver. Continue... É egoismo desejar-lhe que continue a escrever muito e bem? talvez... quebra o meu ritmo de solidão.

17/09/2009 - 13:01

Maria Alzira Ereio Sobreiro - diz: - Maria Alzira Ereio Sobreiro - diz: - Eu sou Alzira sobreiro. Tenho desde há 10 anos de usar canadiana por um acidente de queda na rua... e uma operação que correu mal. Eu tenho seguido muito de perto o seu percurso literário... desde o Jornal de Letras. Eu quero-lhe bem porque tem idade do meu filho mais velho e sabe "tocar" a sensibilidade dos que sabem ver a vida com olhos de ver. Continue... É egoismo desejar-lhe que continue a escrever muito e bem? talvez... quebra o meu ritmo de solidão.

17/09/2009 - 13:01

Maria Alzira Ereio Sobreiro - diz: - Eu sou Alzira sobreiro. Tenho desde há 10 anos de usar canadiana por um acidente de queda na rua... e uma operação que correu mal. Eu tenho seguido muito de perto o seu percurso literário... desde o Jornal de Letras. Eu quero-lhe bem porque tem idade do meu filho mais velho e sabe "tocar" a sensibilidade dos que sabem ver a vida com olhos de ver. Continue... É egoismo desejar-lhe que continue a escrever muito e bem? talvez... quebra o meu ritmo de solidão.

17/09/2009 - 13:01

Maria Alzira Sobreiro - diz: - Eu sou a Maria Alzira Sobreiro. Eu tenho(há dez anos por uma queda na rua e azar na primeira das seis operações) uma canadiana para poder andar... mas se andasse com duas talvez não tivesse tanta dor de "moinha". Moro no concelho de Marvão onde neste fim de semana decorre a AL MOSSASSA a feira Árabe em que Iban Maruan é relembrado por ter fundado a vila no ano 877. Não posso ir...O percurso é impróprio para mim. No fim de semana passado, foi Badajoz que festejou visto terem uma historia comum de fundação.Há todo um reciclar dessas vivências. O meu filho é o vice presidente da Câmara e vereador da cultura, mas não se recandidata. Eu sou assídua leitora dos seus livros. Li todos.Comprados emprestados...estou atenta e tenho tempo de sobra. Conheci-o no Jornal de Letras... tem a idade do meu filho!!! O seu texto de hoje fez-me introverter... lacrimejar...por gostar e me fazer bem ao ego. Bem haja. Estou atenta ao seu percurso e... quero-lhe bem.

17/09/2009 - 13:01

ana - diz: - como as enfermeiras pronunciavam alzira hahahah realmente, bela curiosidade. sei exactamente o que sentiste quando te perdeste da tua mae. aconteceu-me o mesmo precisamente com essa idade, 4/5 anos. tambem num sitio k nao conhecia. tadinhos :s beijo grande. boa sorte na divulgação dos livros. boas viagens e melhores regressos ainda

17/09/2009 - 13:01

Filipa Teles Carvalho - diz: - Tb já tinha lido, este texto, mas confesso que nunca antes tinha achado o nome Alzira bonito. Tenho uma tia Alzira, alentejana, que quando era nova era vaidosa mas como era pobre pintava as pálpebras de negro com carvão antes de ir ao baile. Já escrevi sobre isto, já escrevi sobre ela. Passou o maior número de noites da sua vida na Casa do Alentejo e divorciou-se quando ninguém se divorciava. É uma pessoa mágica e Alzira é de facto um nome bonito. Conheço outra Alzira que é a mais calma e madura das mulheres e nela mora uma parte da paz do mundo. Um dia também me perdi da minha mãe, na praia. Tinha quatro anos. Contaram-me depois como a descrevi a pessoas que me tentavam ajudar a encontrá-la: - tem um chapéu branco e é a mãe mais bonita desta praia. :) Obrigada, JLP, obrigada como sempre e como dantes, citando o grande Camané. Apropria-se. Amor e Paz F. (code namoe: julho77)

17/09/2009 - 13:01

Sandra Pinto - diz: - Tinha saudades de te ler e, sinceramente, quando me apercebo que faltam poucas páginas para "acabar" o livro abrando o ritmo da leitura. Sei que o Livro está para breve, espero-o! E há uma Alzira na minha vida, não tão intíma, mas consegue ter a maior força possível para combater vícios e problemas mundanos, gosto da sua garra! E a minha mãe? Descreve-se numa palavra: mãe! *

17/09/2009 - 13:01

Sandra Pinto - diz: - Tinha saudades de te ler e, sinceramente, quando me apercebo que faltam poucas páginas para "acabar" o livro abrando o ritmo da leitura. Sei que o Livro está para breve, espero-o! E há uma Alzira na minha vida, não tão intíma, mas consegue ter a maior força possível para combater vícios e problemas mundanos, gosto da sua garra! E a minha mãe? Descreve-se numa palavra: mãe! *

17/09/2009 - 13:01

Sandra Pinto - diz: - Tinha saudades de te ler e, sinceramente, quando me apercebo que faltam poucas páginas para "acabar" o livro abrando o ritmo da leitura. Sei que o Livro está para breve, espero-o! E há uma Alzira na minha vida, não tão intíma, mas consegue ter a maior força possível para combater vícios e problemas mundanos, gosto da sua garra! E a minha mãe? Descreve-se numa palavra: mãe! *

17/09/2009 - 13:01

Sandra Pinto - diz: - Tinha saudades de te ler e, sinceramente, quando me apercebo que faltam poucas páginas para "acabar" o livro abrando o ritmo da leitura. Sei que o Livro está para breve, espero-o! E há uma Alzira na minha vida, não tão intíma, mas consegue ter a maior força possível para combater vícios e problemas mundanos, gosto da sua garra! E a minha mãe? Descreve-se numa palavra: mãe! *

17/09/2009 - 13:01

joana - diz: - Esqueci alguma coisa em algum lugar. Ler JLP me faz lembrar disso. E dói, mas morno.

17/09/2009 - 13:01

Cátia Margarida - diz: - a minha mãe é Maria Alzira e também não é passível de ser descrita em poucas linhas, talvez em nenhumas.

17/09/2009 - 13:01

Suzete Porém - diz: - Suzete Porém - diz: - Inda bem,k a irmã Alzira ficou bem Existiram tb algumas Alziras na minha vida... è tão bom sonhar com elas...

17/09/2009 - 13:01

Suzete Porém - diz: - Inda bem,k a irmã Alzira ficou bem Existiram tb algumas Alziras na minha vida... è tão bom sonhar com elas...

17/09/2009 - 13:01

claudia ribeiro - diz: - Lembras-me meu pai,( um fidalgo de uma familia de Melgaço,que o que mais gostava era de curar a todos)na tua foto da edição brasileira do Nenhum Olhar, sendo que não es mais bonito,embora sejas mais sedutor que ele. Por conta dessas conversinhas aqui no blog, enviei um video a Fliporto. Se ganho, vamos nos conhecer. Por hora, queria mandar-te um texto que está no meu blog: DOIS E O IMAGINARIO. mas praqui, é longo. Tal qual tua primeira Alzira, já me preparo p/ que o cajado, nos proximos anos confira-me um certo aplomb. A Coragem para ser afetivo como tu te apresentas é o que mais inquietação me causa. Um valor pra mudar o mundo. Curar-nos de nossa "humanidade", tão questionável e do desamparo.

17/09/2009 - 13:01

Anabela marreiros - diz: - "A minha mãe existe em tudo, é infinita ... " sp pões em palavras doces o sentimento da "gente" ... obrigada pela partilha, ke é sp um ensinamento, um bálsamo, um aconchego d'alma ...

17/09/2009 - 13:01

Kátia Proust - diz: - José Luís, que ser humano lindo é você! Sorte sua ter as suas Alziras. Sorte delas terem você. Sorte nossa termos tudo isso!

17/09/2009 - 13:01

PVL* - diz: - Também li este texto já há algum tempo... Quem bom que ela já está em casa, e bem!Bom...

17/09/2009 - 13:01

Vânia - diz: - O NOME, a base, residem nele as memórias de afecto, de aconchego. o NOME que se transforma. Alzira, ecoa agora para mim como o amor.

17/09/2009 - 13:01

Vânia - diz: - O NOME, a base, residem nele as memórias de afecto, de aconchego. o NOME que se transforma. Alzira, ecoa agora para mim como o amor.

17/09/2009 - 13:01

Teresa Sampaio - diz: - "A minha mãe existe em tudo, é infinita." Cada frase, cada verso que você escreve vale a pena. Esta vou guardá-la na memória por muito tempo. Obrigada, José Luís Peixoto.

17/09/2009 - 13:01

Manuela Carmo - diz: - Manuela Carmo - diz: - Manuela Carmo - diz: - Manuela Carmo - diz: - Manuela Carmo - diz: - Manuela - diz: - Vale sempre a pena e sabe tão bem, saborear as palavras que escorrem dos dedos, das mãos, da cabeça e do coração deste homem!!! JLP VALE SEMPRE A PENA....

17/09/2009 - 13:01

Manuela Carmo - diz: - Manuela Carmo - diz: - Manuela Carmo - diz: - Manuela - diz: - Vale sempre a pena e sabe tão bem, saborear as palavras que escorrem dos dedos, das mãos, da cabeça e do coração deste homem!!! JLP VALE SEMPRE A PENA....

17/09/2009 - 13:01

Manuela Carmo - diz: - Manuela Carmo - diz: - Manuela - diz: - Vale sempre a pena e sabe tão bem, saborear as palavras que escorrem dos dedos, das mãos, da cabeça e do coração deste homem!!! JLP VALE SEMPRE A PENA....

17/09/2009 - 13:01

Manuela Carmo - diz: - Manuela - diz: - Vale sempre a pena e sabe tão bem, saborear as palavras que escorrem dos dedos, das mãos, da cabeça e do coração deste homem!!! JLP VALE SEMPRE A PENA....

17/09/2009 - 13:01

Manuela - diz: - Vale sempre a pena e sabe tão bem, saborear as palavras que escorrem dos dedos, das mãos, da cabeça e do coração deste homem!!! JLP VALE SEMPRE A PENA....

17/09/2009 - 13:01

Marta - diz: - Querida Tia Alzira...inimitável JLP!

17/09/2009 - 13:01

Rosa Lux - diz: - Então e as enfermeiras eslovacas? Trataram-na bem?

17/09/2009 - 13:01

sonia - diz: - antes de ler o texto tinha a certeza de que não tinha nenhuma alzira na minha vida. agora, tenho a certeza que sim.

17/09/2009 - 13:01

sonia - diz: - antes de ler o texto e os comentários tinha a certeza de que não tinha nenhuma alzira na minha vida. agora, tenho a certeza que sim.

17/09/2009 - 13:01

Cláudia Cravo - diz: - No dia em que a minha Alzira faria 84 anos, este texto só podia comover-me. A Alzira Cravo foi a avó com que toda a gente sonha, foi a mulher mais forte e mais solidária que alguma vez conheci. A minha Alzira faz-me falta todos os dias nestes últimos 5 anos que vivo sem ela. Obrigada por estas linhas! Que feliz coincidência!

17/09/2009 - 13:01

Sara C. - diz: - Tomando a liberdade de comentar o que ficou em mim depois de ler... Ficou em mim um pensamento e um sentimento de gratidão... Somos o que somos porque um dia as "Alziras" da nossa vida passaram por nós... Sorriram connosco, ralharam connosco, viveram connosco. Não sabiamos nada antes delas... nem que quem não berra, não mama! A cor da recordação parece que desbota de cada vez que nos lembramos dela... porque se entrenha ainda mais em nós... fazendo-nos crescer mais uma vez... mesmo em momentos de desamparo como o da Alzira-irmã no hospital. Espero que ela também tenha contado o quentinho que deverá ter sentido no coração de cada vez que pensou nas pessoas dela.

17/09/2009 - 13:01

sonia - diz: - a minha mae esta neste momento internada no hospital s francisco xavier. a minha mae é o principio e o fim. todo um mundo. neste momento a minha mae nao me reconhece. dizem os medicos que é irreversivel. jamais me voltará a reconhecer. tudo neste momento é questionavel para mim, inclusive se aquela, de olhos postos num nada infinito, será de facto a minha mãe. hoje agarro-lhe eu as maos, aqueço-as. tento mante-la junto de mim. como se eu pudesse dar vida ao corpo que um dia me deu vida a mim. obrigada pelo texto.

17/09/2009 - 13:01

tiago carvalho - diz: - Alzira ...

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