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Blog > Blog do José Luís Peixoto
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Desistir - 25/08/2009 - 11:18

 

25/08/2009 - 11:18

hello, i registered because i think this is the right place for me. bye :) competitive intelligence

25/08/2009 - 11:18

SombrArredia - diz: - SombrArredia - diz: - SombrArredia - diz: - Tremendamente belo!

25/08/2009 - 11:18

SombrArredia - diz: - SombrArredia - diz: - Tremendamente belo!

25/08/2009 - 11:18

SombrArredia - diz: - Tremendamente belo!

25/08/2009 - 11:18

maria - diz: - almas gémeas? os escritores sabem interpretar o sentir,é "fácil" para quem não vê os olhos dos que sentem e vivem as emoções que descrevem. ou será que algum dia viveram essas emoções? ou lhas contaram? o distanciamento produz a necessária frieza do mergulho na emoção de outro ser?a poesia das suas palavras confunde-me, josé luis, e dou comigo a lê-las e a reconhecer o fundo da minha alma. este é um texto que me diz muito, é um texto de balanço e de esperança desesperada. ainda há pouco lia num jornal um excerto do livro que vai sair sobre António Lobo Antunes, de João Céu e silva, em que o escritor ao referir o suicídio, fala de um tubo com comprimidos que sempre o tem acompanhado - será a esperança desesperada com que vive a sua vida? dessa fronteira, ténue, entre a vida e a morte,jorram as palavras do escritor, jorram as suas próprias palavras?e assim mesmo, tudo o que não fizemos não chega, procuramos mais vida, outras vidas. não é fácil desistir!

25/08/2009 - 11:18

Vânia - diz: - Vânia - diz: - Vânia - diz: - Palavras escuras que reconheço nas minhas insónias. Mas, para além disso, sempre o amanhecer. Obrigada por co-habitar a minha alma.

25/08/2009 - 11:18

Vânia - diz: - Vânia - diz: - Vânia - diz: - Palavras escuras que reconheço nas minhas insónias. Mas, para além disso, sempre o amanhecer. Obrigada por co-habitar a minha alma.

25/08/2009 - 11:18

Vânia - diz: - Vânia - diz: - Palavras escuras que reconheço nas minhas insónias. Mas, para além disso, sempre o amanhecer. Obrigada por co-habitar a minha alma.

25/08/2009 - 11:18

Vânia - diz: - Vânia - diz: - Palavras escuras que reconheço nas minhas insónias. Mas, para além disso, sempre o amanhecer. Obrigada por co-habitar a minha alma.

25/08/2009 - 11:18

Vânia - diz: - Palavras escuras que reconheço nas minhas insónias. Mas, para além disso, sempre o amanhecer. Obrigada por co-habitar a minha alma.

25/08/2009 - 11:18

Vânia - diz: - Palavras escuras que reconheço nas minhas insónias. Mas, para além disso, sempre o amanhecer. Obrigada por co-habitar a minha alma.

25/08/2009 - 11:18

virgínia - diz: - PS: e eu a pensar que tinha perdido tudo o que tinha escrito, a puxar pela cabeça para reescrever tudo tal e qual... e afinal... dupliquei o comentário... isto deve querer dizer que tudo o que disse tem o dobro da intenção....

25/08/2009 - 11:18

virgínia - diz: - Sempre que mergulho nas palavras do José Luís quase se me afoga a vontade tal é a intensidade dos arranjos e composições que lhe dão vida. De vez em quando, na apneia do meu espanto, quase perco a consciência. Não sei que instinto me faz então regressar à tona, para respirar a minha mediocridade, para aceitar que não me são permitidas tão extasiantes manifestações dos sentidos. Mas eis que por vezes uma vaga impertinente surpreende-me quando os meus olhos ainda estão a habituar-se à escuridão que grassa sobre a água. E retorno à submersa claridade da sua luz, onde, amparada por uma palavra solta, me é concedido um segundo de translúcida compreensão. E depois disso... não me lembro de mais nada... Como é possível, se as letras, por si, não passam de toscas sombras de coisa nenhuma? O melhor do mundo para o portador de tão imenso dom... http://olugardossentidos.blogspot.com/

25/08/2009 - 11:18

virgínia - diz: - cada vez que entro nesse imenso mar onde as palavras do José Luís se encontram, à deriva, em desconcertantes arranjos e composições, quase se me afoga a vontade, de tão intensas as suas formas... de vez em quando, na apneia do meu espanto, quase perco a consciência. Então venho à tona, respirar a minha mediocridade, perceber que não me são concedidos tão extasiantes manifestações dos sentidos. Por vezes uma vaga impertintente surpreende-me quando os meus olhos estão ainda a habituar-se à escuridão que grassa sobre a água. E regresso à submersa intensidade da sua luz, onde, amparada por uma palavra solta, me é concedido um segundo de translúcida compreensão. Depois disso... não me lembro de mais nada... Como é possível, se as letras, por si, não passam de toscas sombras de coisa nenhuma? O melhor do mundo para si... http://olugardossentidos.blogspot.com/

25/08/2009 - 11:18

Helga - diz: - Soube-me bem ler aquilo que acabei de ler. Soube-me simplesmente bem.

25/08/2009 - 11:18

Rosalina Ribeiro - diz: - Rosalina Ribeiro - diz: - escritor e poeta incrivel, Jose Peixoto.. antes de mais, parabens... e que tenha um feliz dia.. dia este que talvez lhe faça recordar outros dias.. sendo talvez visitado por a saudade desses dias.. e ainda assim sorrir por este seu dia.. que a vontade de viver nunca lhe perca, mesmo admitindo, que uma vida e mto pouco.. mas tb se vivessemos tudo numa vida so, ia chegar o dia em que simplesmente iamos esperar pelo momento em que a morte viesse ter connosco... assim sendo, temos sp esta esperança, de viver sp algo diferente e sp de aprender mais, pk morreremos sem viver tudo, e sem tudo saber.. adoro tudo aquilo que realmente transmite.. e uma esperanca e orgulho p mim, existir alguem com tal talento.. invejando assim suas palavras, fazendo delas minhas.. Quando tiver tp e curiosidade.. pode aceder a este blog: www.versoslivres-rosy.blogspot.com .. ficaria feliz se o visitasse apenas.. n e nda de mais .. boa continuaçao .. bom aniversario.. beijinhos.

25/08/2009 - 11:18

Rosalina Ribeiro - diz: - escritor e poeta incrivel, Jose Peixoto.. antes de mais, parabens... e que tenha um feliz dia.. dia este que talvez lhe faça recordar outros dias.. sendo talvez visitado por a saudade desses dias.. e ainda assim sorrir por este seu dia.. que a vontade de viver nunca lhe perca, mesmo admitindo, que uma vida e mto pouco.. mas tb se vivessemos tudo numa vida so, ia chegar o dia em que simplesmente iamos esperar pelo momento em que a morte viesse ter connosco... assim sendo, temos sp esta esperança, de viver sp algo diferente e sp de aprender mais, pk morreremos sem viver tudo, e sem tudo saber.. adoro tudo aquilo que realmente transmite.. e uma esperanca e orgulho p mim, existir alguem com tal talento.. invejando assim suas palavras, fazendo delas minhas.. Quando tiver tp e curiosidade.. pode aceder a este blog: www.versoslivres-rosy.blogspot.com .. ficaria feliz se o visitasse apenas.. n e nda de mais .. boa continuaçao .. bom aniversario.. beijinhos.

25/08/2009 - 11:18

V - diz: - Na minha opinião não há necessidade de desistir e conformar. De qualquer forma, este lindo texto descreve uma realidade à qual muitos parecem estar alheios. A humanidade às vezes parece andar tão distraída!

25/08/2009 - 11:18

V - diz: - Na minha opinião não há necessidade de desistir e conformar. De qualquer forma, este lindo texto descreve uma realidade à qual muitos parecem estar alheios. A humanidade às vezes parece andar tão distraída!

25/08/2009 - 11:18

Ana Paula Roque Baptista - diz: - É indiscretível o sentimento com que fico depois de o ler, e presinto na minha modesta opinião que muito brevemente será um dos escritores mais falados em Portugal. Nunca li um livro seu, mas caro amigo depois de conhecer estes trechos irei sem sombras de dúvidas comprar as suas obras. Penso que é hora de abrir um espaço só seu, este a meu ver limitado. Desejo-lhe toda a felicidade do mundo, um grande abraço.

25/08/2009 - 11:18

claudia ribeiro - diz: - Carissimo. Lastimo te dizer que é preciso maior cuidado com o Brasil. Nao ha no Rio de Janeiro livros teus para levarmos pra casa algo serio, precioso, de humor fino e revelador e que não nos ofenda ou cause fastio. Não sou mais uma jovem embora a inquietação permaneça. Um agente quem sabe, seria proveitoso pra todos nós. Os textos para teatro, o que fazer p/ que me cheguem às mãos? Importar os titulos assim um por um é demorado , e confesso que não descobri ainda como faze-lo. Imagina que conforto encontrar toda a tua obra num mesmo lugar.Te agradeço.

25/08/2009 - 11:18

v - diz: - ACEITAS?

25/08/2009 - 11:18

Filipa Carvalho - diz: - Eu e uma grande amiga ficamos assim como se nos batessem sempre que lemos estas crónicas, estas palavras e esta forma de dizer o mundo. O meu primeiro sentimento é de uma espécie de paragem. Pára tudo menos o coração. Esse mexe-se mais. Depois penso: ok, a malta escreve. No meu caso, escrevo quando não aguento mais. Só agora tenho forçado a abertura de mais algumas janelas. Mas depois de ler isto, sinceramente, eu e ela partilhámos o mesmo sentimento. A saber: ninguém pode escrever assim. Não pode, não é possível. Mas é. Ainda bem. Eu por mim garanto a mim própria que nunca me deixarei convencer que tenho algo mais do que "um jeitinho" ou uma necessidade imensa de "bolsar" umas palavras sentidas. Depois disto, achar que escrevo é um grande, grande exagero. Mas depois fico feliz. Porque tu escreves. E fico mesmo muito feliz e sinto que pelo menos enquanto ler textos assim nunca terei fome nem sede de renascer. Obrigada outra vez. Acho que já partilhei isto, sinto construções perfeitas de castelos de coisas óbvias e claras escritas com um coração inteiro e com a dignidade e a força das palavras. Literatura da melhor, portanto. Ela ficou pior. Diz que nunca mais escreve uma linha e o culpado chama-se José Luís Peixoto. Mas passa-lhe. Diz coisas como"hei-de escrever tanto que um dia vou ser como ele. Nem que tenha de ler listas telefónicas para me inspirar e bulas de medicamentos". Mas passa-lhe ;) Estas loucuras todas para dizer o óbvio. Que ninguém pode escrever assim mas ainda bem que escreve. E que nos enche a vida de uma maneira que não sabemos dizer porque ainda não recuperámos bem do que lemos. E como diz o bom português, "de maneiras que estamos assim", drogadas de tanta beleza e substância. Abraço. Com muito calor de gente que se sente. Filipa Carvalho. Nome de guerra: julho77, Calicatri.

25/08/2009 - 11:18

E.G. - diz: - Li, numa entrevista sua, que "o pior arrependimento é o que nasce das coisas que não se fizeram". O melhor é valorizarmos as coisas que fizémos e fazemos. A vida é curta, é um facto inegável por isso não percámos tempo a afirmá-lo. Adoro a sua escrita, quer sob a forma de poemas, crónicas e até entrevistas (como a que deu dia 29 ao J. N.). Por favor, não nos abandone.

25/08/2009 - 11:18

L. Reyes - diz: - Planos para o fim da vida: E depois de escrever um livro ou uma peça, ter filhos ou não ter, encontrar, reencontrar, passar por milhões de estranhos na rua. Passar por Deus e não o reconhecer. E depois de murmurar o nome de alguém a quente, recordar, e ter a certeza que não se enganou no nome. E depois de soletrarmos as letras do alfabeto, de se comporem com elas mais um milhão de palavras. E depois de termos a certeza que ao menos, pelo menos, nada foi em vão mas foi muitas vezes despropositado. E depois de se fazer tudo o que se escolheu, de se terem lidos os livros que se leram sem nunca termos podido ler todos os que gostaríamos. E depois de me sentar numa cadeira velha, a baloiçar com um gato sobre os joelhos. Depois de tudo. Muito depois de se nascer, se poder escolher, já na recta final... Contemplarei tudo de olhos fechados, mas antes do depois espero sorrir. Saberei nessa altura que não fiz nada do planeado, mas também não fui nada do que nunca quis ser. E depois, depois espero morrer. Se me correr bem o plano, nada correrá como planeado.

25/08/2009 - 11:18

a. - diz: - É mesmo assim. Devia ser esta leitura obrigatoria nas escolas. Eu vou fazê-la no instante em que me for possível.

25/08/2009 - 11:18

Conceicão Brazão - diz: - Desistir nunca...arrependimento não.Também quero viver mais que uma vida,também interiorizo assim,só que não tenho o dom de transmitir,escrever... Bem-haja.

25/08/2009 - 11:18

Conceicão Brazão - diz: - Conceicão Brazão - diz: - Conceicão Brazão - diz: - Desistir nunca...arrependimento não.Também quero viver mais que uma vida,também interiorizo assim,só que não tenho o dom de transmitir,escrever... Bem-haja.

25/08/2009 - 11:18

Conceicão Brazão - diz: - Conceicão Brazão - diz: - Desistir nunca...arrependimento não.Também quero viver mais que uma vida,também interiorizo assim,só que não tenho o dom de transmitir,escrever... Bem-haja.

25/08/2009 - 11:18

Conceicão Brazão - diz: - Desistir nunca...arrependimento não.Também quero viver mais que uma vida,também interiorizo assim,só que não tenho o dom de transmitir,escrever... Bem-haja.

25/08/2009 - 11:18

claudia maria ribeiro e castro - diz: - Carissimo JLP. Acesse solangedesangesblogspot.com, tem lá um texto de Yollande Dartout falando contigo. Não desistas. Guarda-te

25/08/2009 - 11:18

claudiaribeiro e castro - diz: - Carissimo JLP. Acesse solangedesangesblogspot.com, tem lá um texto de Yollande Dartout falando contigo. Não desistas. Guarda-te

25/08/2009 - 11:18

Maribel Cascão - diz: - Maribel Cascão - diz: - Muito Bom!!! Olha, vai lá ao facebook, mandei-te uma mensagem... bjs

25/08/2009 - 11:18

Maribel Cascão - diz: - Muito Bom!!! Olha, vai lá ao facebook, mandei-te uma mensagem... bjs

25/08/2009 - 11:18

Su - diz: - Su - diz: - Su - diz: - Mesmo o que necessitava ouvir! Hoje o teu texto foi balsamo! brigada!

25/08/2009 - 11:18

Su - diz: - Su - diz: - Mesmo o que necessitava ouvir! Hoje o teu texto foi balsamo! brigada!

25/08/2009 - 11:18

Su - diz: - Mesmo o que necessitava ouvir! Hoje o teu texto foi balsamo! brigada!

25/08/2009 - 11:18

Kátia Proust - diz: - Minha mãe gosta de dizer: "nunca digas nunca". Vai saber... Texto maravilhoso. És inesgotável. Irretocável. Impressionante. Nunca menos do que Incrível. Beijos de Estrelas e Esperanças.

25/08/2009 - 11:18

Fabiana Peixoto - diz: - teus textos têm o poder de fazer pensar sobre fatos cotidianos tão simples e tão complexos... emocionam, fazem rir e me fazem concluir: NUNCA ESCREVEREI ASSIM, no entanto tenho o dom da leitura e existem pessoas tão talentosas que escrevem coisas tão lindas como essas que agora li, sou uma abençoada de qualquer forma! abraço!

25/08/2009 - 11:18

Fabiana Peixoto - diz: - Fabiana Peixoto - diz: - teus textos têm o poder de fazer pensar sobre fatos cotidianos tão simples e tão complexos... emocionam, fazem rir e me fazem concluir: NUNCA ESCREVEREI ASSIM, no entanto tenho o dom da leitura e existem pessoas tão talentosas que escrevem coisas tão lindas como essas que agora li, sou uma abençoada de toda forma! abraço!

25/08/2009 - 11:18

Fabiana Peixoto - diz: - teus textos têm o poder de fazer pensar sobre fatos cotidianos tão simples e tão complexos... emocionam, fazem rir e me fazem concluir: NUNCA ESCREVEREI ASSIM, no entanto tenho o dom da leitura e existem pessoas tão talentosas que escrevem coisas tão lindas como essas que agora li, sou uma abençoada de toda forma! abraço!

25/08/2009 - 11:18

Fabiana Peixoto - diz: - teus textos têm o poder de fazer pensar sobre fatos cotidianos tão simples e tão complexos... emocionam, fazem rir e me fazem concluir: NUNCA ESCREVEREI ASSIM, no entanto tenho o dom da leitura e existem pessoas tão talentosas que escrevem coisas tão lindas como essas que agora li, sou uma abençoada de toda forma! abraço!

25/08/2009 - 11:18

claudia ribeiro - diz: - Agora sim, li o texto Desistir: Hilário! a partir do nunca isto, nunca aquilo. Se me respondes mando-te outro poema escrito assim que conheci teus textos. Então... não desista gostamos muito de ti.

25/08/2009 - 11:18

claudia maria ribeiro e castro - diz: - Não lí nada do que há nesse blog, só vi que existia nesse minuto. Conheço apenas dois dos teus livros Cemiterio de Pianos e Nenhum Olhar. Sou brasileira, escrevo, tenho 64 anos, meu pai era um portugues do Brasil. Teus textos me fazem reencontrar quase tudo que procuro para poder dizer:- Um autor- e tb o que eu não procurava, mas precisava encontrar. Hoje pela manhã, ao arrumar a estante revi trechos de Nenhum Olhar e quiz escrever-te. Assim foi: depois encontrei o blog. Firn und Wüste p/ Jose Luiz Peixoto - A arte de viver o amor a arte- "O gosto pela palavra vem com a aurora, vem, como vem a aurora Assim... só ver-te respirando nas páginas da revista, só saber-te os textos casta "algaravia", veio-me esta conquista: Haver doravante e comigo até ao infinito, todos os termos p/ conter do silencio ao alarido do mundo, da estepe ao Cáucaso, da savana aos glaciares, amor ou insensatez, conquistaste-me 1 Verbo para muito alem das Leis." Isto é um poema, aqui no entanto vai assim tudo direto no desenho, fica só o sentido. Até mais poeta. Esse ano sai meu primeiro romance. Os outros livros são poesia.

25/08/2009 - 11:18

ciii - diz: - citado (: tradesexforlove [ponto] blogspot.com

25/08/2009 - 11:18

ciii - diz: - citado (: http://tradesexforlove.blogspot.com/

25/08/2009 - 11:18

Tania - diz: - Tão verdadeiro este texto...

25/08/2009 - 11:18

Vera Silva - diz: - "Uma única vida é pouco"...E esta é, de facto, a verdade de toda a gente. Esta é a verdade, grande e imensa, que nos continua a assustar e a ser o bicho papão que nos engole, aos trinta, quarenta e por aí fora. Talvez a maior autenticidade esteja afinal na indignação de quem nasceu há poucos anos e pergunta "mas porque é que temos de morrer?!"...E nós, adultos com enormes bichos papões cá por dentro, respondemos, com um ar de de quem sabe sempre onde está a verdade "porque é assim a vida!". Não, a vida não é assim. A vida é aquilo que disse no seu texto "...além de tudo isto há o universo inteiro..." E é por isso que vivemos, sabendo que uma vida é pouco, mas que está sempre cheia de muitos e tantos encantos, mesmo quando nos desencantamos. É acolhedor ler o que escreve: faz-nos sentir, a quem o lê, a sua internalidade, e desperta o bom sentimento de que toda a gente, às vezes, ou quase sempre, é a mesma pessoa- um ser humano com encontros e desencontros. É mesmo preciso agradecer a qualidade e dimensão da sua escrita. Obrigada:-)

25/08/2009 - 11:18

Crosswords - diz: - Absolutamente espectacular. E aterrador também, porque é tão verdade... Contudo, essa também é a piada da vida. Se tivéssemos tempo para fazer tudo o que queríamos, talvez nunca o fizéssemos, porque já estaria garantido. Assim, a urgência de viver acaba por ser a única coisa que vale a pena, porque é a única coisa que nos faz viver de uma vez em vez de adiar.

25/08/2009 - 11:18

natália - diz: - traduz muito do que sinto. obrigada.

25/08/2009 - 11:18

Joana - diz: - É nas palavras de outros que parecem escutar os nossos próprios pensamentos que sorrimos, porque, afinal, não estamos sozinhos. Há sempre o Universo, não é? Gosto muito.

25/08/2009 - 11:18

Pam - diz: - Pam - diz: - Pero serás tú, y serás feliz :) Y nos permitirás a todos los demás ser aquellas historias que nos compartes, porque a través de ellas sí podemos ser y hacer todo lo que en la vida "real" no seríamos ni haríamos. ... Menos mal que nunca harás un salto mortal en el trapecio ;)

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