Edição do mês
Newsletter RSS Edições Passadas Twitter Fale com a Redação Folheie a Revista!
Revista Bravo!
Publicidada de Veja!

Blog > Blog do José Luís Peixoto
Blogs

Respira - 29/06/2009 - 14:31

 

29/06/2009 - 14:31

Miriam Mateus - diz: - Miriam Mateus - diz: - Tão certas que são essas palavras. Já as tinha lido num dia que não pude comentar, mas queria dizer-te que as li num dos momentos cujas palavras ao meu redor também eram essas: "já está?" "mas porquê que ainda não está" "isso era para ontem". Depois li o teu texto e respirei. Também os que o fazem são perseguidos por outros que o fazem a eles, sem dúvida. Obrigada por mais um texto fantástico, até já o imprimi e afixei perto da secretária, para olhá-lo de vez em quando e respirar. Beijos.

29/06/2009 - 14:31

Miriam Mateus - diz: - Miriam Mateus - diz: - Tão certas que são essas palavras. Já as tinha lido num dia que não pude comentar, mas queria dizer-te que as li num dos momentos cujas palavras ao meu redor também eram essas: "já está?" "mas porquê que ainda não está" "isso era para ontem". Depois li o teu texto e respirei. Também os que o fazem são perseguidos por outros que o fazem a eles, sem dúvida. Obrigada por mais um texto fantástico, até já o imprimi e afixei perto da secretária, para olhá-lo de vez em quando e respirar. Beijos.

29/06/2009 - 14:31

Miriam Mateus - diz: - Tão certas que são essas palavras. Já as tinha lido num dia que não pude comentar, mas queria dizer-te que as li num dos momentos cujas palavras ao meu redor também eram essas: "já está?" "mas porquê que ainda não está" "isso era para ontem". Depois li o teu texto e respirei. Também os que o fazem são perseguidos por outros que o fazem a eles, sem dúvida. Obrigada por mais um texto fantástico, até já o imprimi e afixei perto da secretária, para olhá-lo de vez em quando e respirar. Beijos.

29/06/2009 - 14:31

Alexandra - diz: - Amei, incrível! Valeu J.L. Bj

29/06/2009 - 14:31

Alexandra - diz: - Amei, incrível! Valeu J.L. Bj

29/06/2009 - 14:31

Helena - diz: - Errata: apneia! (inspiro, expiro e suspiro)

29/06/2009 - 14:31

Helena - diz: - Li este texto no JL e vim à procura de um lugar para te agradecer. Tinha acabado de voltar do supermercado, mas creio que vim em apeneia... Então, obrigada por falares comigo. O meu "caminho entre a casa e o supermercado" é hoje o teu "Respira".

29/06/2009 - 14:31

María Marí Ros - diz: - Llevo dos días intentando encontrar mi " A criança em ruínas" porque necesito leer ese magnífico poema en que no me siento sola al pensar "que o inverno se insatalou definitivamente dentro de mim", y cuando ya me he rendido y he asumido que el libro aparecerá cuando tenga que aparecer entre las montañas de libros que ahora lo esconden, pienso que puedo probar a hacer memoria del poema y recuperarlo yo sola para mí sola. Sin embargo, he venido aquí, y esas palabras, dirigidas a alguien tan lejano a mí, me han hecho respirar, respirar, respirar, y olvidar por unos instantes o inverno para ficar um bocadinho tranquila e sentir a vida respirando devagar perto de mim, dentro de mim. Obrigada. Siempre. Beijos.

29/06/2009 - 14:31

Dodora - diz: - Em meio a tanto comentário bem feito, bem escrito, queria eu saber me expressar tão bem. Seu texto me fez pensar mais no meu cotidiano, na rotina que colocamos no piloto automatico, vc ve poesia no seu caminho, como isso me acordou, por mais rotineira que seja. Vocês portugueses são de uma sensibilidade brilhante!

29/06/2009 - 14:31

LiaCaldas - diz: - Na incapacidade somos todos iguais a menos que zero. Nas capacidades somos sempre cem por cento para quem nos ama, mas medíocres para quem nos despreza. Quando respiramos somos tudo o que precisamos, nem mais, nem menos, somos o ar que nos basta para aquela fracção temporal. http://ler-lia.blogspot.com

29/06/2009 - 14:31

TelmaH. - diz: - Se tudo falhar, teremos ao menos a tua escrita para respirar... Por isso mesmo temos que prevenir, comprando os teus livros e imprimindo os teus textos, já que de um momento para o outro a internet pode eliminar tudo, ou até mesmo deixar de existir (há que pensar em todas as hipoteses)... Por outro lado, (algo que é mais possivel de acontecer), podemos ser fechados numa cave escura e ficarmos sem companhia alguma... podemos ser os unicos a face da terra... mas não estaremos sós, pois podem-nos tirar tudo, menos a tua escrita que fica gravada na nossa cabeça, mesmo que não nos queiramos lembrar dela... Parabéns, e obrigada por isso!..

29/06/2009 - 14:31

Renata Proença - diz: - Como é possível escrever assim? Amo não muita coisa, a família, os amigos. E depois, a sua escrita. Sem exagero. Uma das primeiras"almas" a ler "Morreste-me".

29/06/2009 - 14:31

joana - diz: - É incrivel que escrevas hoje. É incrivel que existas e escrevas o que escreves no mundo de hoje. Obrigada,

29/06/2009 - 14:31

Lena - diz: - Ás vezes triste é caminhar entre a casa e o supermercado numa cidade q ainda nos é estranha,por mais linda q seja,e não nos reconhecermos nos passos,nem nos rostos ao redor.Solidão,saudades,enquanto não absovermos o novo espaço.Respirar e revisitar a memória,isto sempre nos restará.Ameeei o texto.Bj.

29/06/2009 - 14:31

Cristina Martins - diz: - Cristina Martins - diz: - O meu caminho entre a casa e o supermercado existe também. Mas algo importa-me crucialmente: há que se ter o azul do horizonte diante dos olhos para que o percurso me seja mais bonito. Porém, se não houver, abro os olhos para as possibilidades. Ou me dou por convencida e aceito o dia nublado, ou as nuvens carregadas que pairam sobre algumas cabeças, ou pinto eu mesma o meu caminho de cores encantadas. Mas o caminho entre a casa e o supermercado, entre a faculdade e a Ilha do Principezinho, ou entre a casa e a brisa do mar, precisa existir. Sempre. Abraços da Cris, que por estes tempos anda percorrendo algumas linhas da sua escrita e do mundo das suas palavras. Confesso que ando gostando imenso. Fique com os anjinhos. Que os sorrisos de alguém de alma iluminada lhe encham os dias de alegria!

29/06/2009 - 14:31

Lu Minami - diz: - Lindo, lindo, lindo! Obrigada pelo texto. Veio a calhar aqui, nessa cidade de pedra sobre pedra, no cair da noite paulistana gelada e chuvosa. Irei ao supermercado.

29/06/2009 - 14:31

Daniel - diz: - JL, Viste as minhas mensagens? Um abraço

29/06/2009 - 14:31

E:G. - diz: - Já havia lido este texto no Jornal de Letras. De facto, há sempre algo a que nos possamos "agarrar". É pena que por vezes sejamos tão ingratos com a vida. Ainda bem que há um escritor que desperta as nossas consciências. Muito Obrigado.

29/06/2009 - 14:31

Rita Fouto - diz: - Essa coisa do respirar é mesmo importante... E o facto é que às vezes nos esquecemos mesmo dela. O budismo insiste nela, centra-se nela, e com muita razão; as apneias ao fluir da vida - que é quando ficamos ali, "presos" num determinado momento, a fazer uma desmesurada e inútil força por qualquer coisa que se nos escapou, ou quisémos, puerilmente, que se não escapasse - encurtam-nos a sabedoria, que é aquele saber aceitar, deixar-se atravessar, pelo que vem... E inexoravelmente vai. As idas ao supermercado têm muito dessa leveza morna do respiro quotidiano em que estamos ali e não estamos, em que somos apenas mais um em tudo diferente, as coisas funcionam de uma certa maneira e nessa aceitação experimentamos uma atenção distraída a um presente que não exulta nem dói, apenas é.

29/06/2009 - 14:31

Paula - diz: - E em especial para si, como gostava eu de encontra-lo nesse percurso e respirar consigo...

29/06/2009 - 14:31

Miguel Santos Teixeira - diz: - Uma verdade, facto indesmentível, mas a que raras vezes damos a devida atenção. Há, de facto, sempre mais, mais qualquer coisa que nos dá força para superar essas que são as trivialidades desta nossa existência. Quero crer que sempre assim será e que só conscientes desta verdade, facto indesmentível, poderemos seguir em frente e respirar a vida que habita em tudo o resto. Obrigado por nos lembrares que é assim.

29/06/2009 - 14:31

Miriam Mateus - diz: - Gostei, já estava a sentir falta das tuas palavras. Obrigada.

29/06/2009 - 14:31

Lígia - diz: - A cigana romena chega a uma cave. Praticamente escura. Ela ouve o choro de outros bebés. Põe-se numa fila de outras mulheres como ela. Entrega a criança que não é sua de volta aos seios de outra mulher qualquer, e um homem mau pergunta-lhe numa língua que nos é estranha: "já está?". E ela responde: "hoje não consegui nada". Provavelmente tem apenas o caminho que vai dessa cave escura até uma cama desconfortável.

29/06/2009 - 14:31

Kátia Proust - diz: - Obrigada, menino-deus. Sabes sempre o que vai no coração da gente. Obrigada, obrigada. O resto, é só isso mesmo. Nesse momento, estou a pegar um trem noturno para Lisboa. Respiro, respiro, respiro. :)

29/06/2009 - 14:31

Ana - diz: - Há e haverá sempre qualquer coisa... que nos anime, que nos puxe para cima... embora acredite que a memória é a melhor coisa que temos, o nosso melhor refúgio. Também tenho a memória do toucinho pousado em cima da taça de sal grosso, da garrafa de vinho tinto acabadinha de ser cheia na tasca! Muito bom texto... como sempre! Ana

29/06/2009 - 14:31

Solidao Atarefada - diz: - gostei muito. Um abraço

29/06/2009 - 14:31

Filipa - diz: - Sim, respiro! Respiro-te! Respiro o que escreves e, se tudo falhar, terei isso... Terei tudo isto que dizes tão bem! Se tudo falhar, não páres de escrever! Ao menos isso teremos! Beijo

Comente

Nome

E-mail:

publicar

<< Voltar

Expediente | Assine BRAVO! | Newsletter | Fale conosco | Mapa do site | Política de Privacidade | Anuncie na Bravo!