|
Vânia - diz: - Encontrei-o sem o procurar, é como sabe melhor. É para mim um livro precioso. A vivência da morte como nunca consegui compartilhar com ninguém. Li-o como água numa boca ressequida. |
|
Vânia - diz: - Encontrei-o sem o procurar, é como sabe melhor. É para mim um livro precioso. A vivência da morte como nunca consegui compartilhar com ninguém. Li-o como água numa boca ressequida. |
|
Liliana - diz: - Liliana - diz: - Liliana - diz: - Tive a outra edição...li-o durante uma viagem de comboio para Aveiro nos meus tempos de estudante...a certa altura tive que colocar os óculos de sol porque não consegui conter as lágrimas...É simplesmente maravilhoso... Infelizmente emprestei-o a uma colega e nunca mais vi... Ainda bem que surgiu esta edição! Vou comprar de certeza! |
|
Liliana - diz: - Liliana - diz: - Tive a outra edição...li-o durante uma viagem de comboio para Aveiro nos meus tempos de estudante...a certa altura tive que colocar os óculos de sol porque não consegui conter as lágrimas...É simplesmente maravilhoso... Infelizmente emprestei-o a uma colega e nunca mais vi... Ainda bem que surgiu esta edição! Vou comprar de certeza! |
|
Liliana - diz: - Tive a outra edição...li-o durante uma viagem de comboio para Aveiro nos meus tempos de estudante...a certa altura tive que colocar os óculos de sol porque não consegui conter as lágrimas...É simplesmente maravilhoso... Infelizmente emprestei-o a uma colega e nunca mais vi... Ainda bem que surgiu esta edição! Vou comprar de certeza! |
|
Liliana - diz: - Liliana - diz: - Tive a outra edição...li-o durante uma viagem de comboio para Aveiro nos meus tempos de estudante...a certa altura tive que colocar os óculos de sol porque não consegui conter as lágrimas...É simplesmente maravilhoso... Infelizmente emprestei-o a uma colega e nunca mais vi... Ainda bem que surgiu esta edição! Vou comprar de certeza! |
|
Liliana - diz: - Tive a outra edição...li-o durante uma viagem de comboio para Aveiro nos meus tempos de estudante...a certa altura tive que colocar os óculos de sol porque não consegui conter as lágrimas...É simplesmente maravilhoso... Infelizmente emprestei-o a uma colega e nunca mais vi... Ainda bem que surgiu esta edição! Vou comprar de certeza! |
|
Liliana - diz: - Tive a outra edição...li-o durante uma viagem de comboio para Aveiro nos meus tempos de estudante...a certa altura tive que colocar os óculos de sol porque não consegui conter as lágrimas...É simplesmente maravilhoso... Infelizmente emprestei-o a uma colega e nunca mais vi... Ainda bem que surgiu esta edição! Vou comprar de certeza! |
|
Liliana - diz: - Tive a outra edição...li-o durante uma viagem de comboio para Aveiro nos meus tempos de estudante...a certa altura tive que colocar os óculos de sol porque não consegui conter as lágrimas...É simplesmente maravilhoso... Infelizmente emprestei-o a uma colega e nunca mais vi... Ainda bem que surgiu esta edição! Vou comprar de certeza! |
|
Mafalda - diz: - Mafalda - diz: - Finalmente encontrei-o há uns dias e por inúmeras razões não consegui conter as lágrimas no inicio ao fim.. |
|
Mafalda - diz: - Finalmente encontrei-o há uns dias e por inúmeras razões não consegui conter as lágrimas no inicio ao fim.. |
|
Mafalda - diz: - Finalmente encontrei-o há uns dias e por inúmeras razões não consegui conter as lágrimas no inicio ao fim.. |
|
renata proença - diz: - renata proença - diz: - renata proença - diz: - mas nada como a 1ª edição linda, na capa, no formato! |
|
renata proença - diz: - renata proença - diz: - mas nada como a 1ª edição linda, na capa, no formato! |
|
renata proença - diz: - mas nada como a 1ª edição linda, na capa, no formato! |
|
Eduarda Pinto - diz: - Eduarda Pinto - diz: - Zé Luís Beijinhos e obrigada por tudo o que és e por tudo que nos dás. Quero INFORMAR que quem quiser o «morreste-me» em braille, basta pedi-lo para cpac@scmp.pt está no catálogo da imprensa Braille juntamente com a «gaveta de papeis» até breve Eduarda |
|
Eduarda Pinto - diz: - Zé Luís Beijinhos e obrigada por tudo o que és e por tudo que nos dás. Quero INFORMAR que quem quiser o «morreste-me» em braille, basta pedi-lo para cpac@scmp.pt está no catrálogo da imprensa Braille juntamente com a «gaveta de papeis» até breve Eduarda |
|
Marcela - diz: - Esse livro é belo... Maravilhoso... Me fez chorar! |
|
Rui Areal - diz: - tenho a outra edição e chorei quando a li. quem não conhece é obrigado a comprar e ler |
|
Rui Areal - diz: - tenho a outra edição e chorei quando a li. quem não conhece é obrigado a comprar e ler |
|
Rui Areal - diz: - tenho a outra edição e chorei quando a li. quem não conhece é obrigado a comprar e ler |
|
Anabela Cardoso - diz: - Ola Ze Luis Conheci-te precisamente atraves de "Morreste-me", que tenho c/dedicatoria tua. Ainda hoje é o meu favorito... Beijos, fica bem |
|
Valéria - diz: - Nas livrarias brasileiras...???? |
|
Edson Gomes Jardim - diz: - Quando sxerá lançado no Brasil ? |
|
danielaGigante - diz: - É desta que o compro. É o único livro teu que me falta na estante :) |
|
City Sickness - diz: - A capa desta re-edição é linda! As árvores retratadas são cerejeiras? Se assim for a escolha da foto é muito acertada. A flôr de cerejeira simboliza não só a simplicidade como a beleza e a brevidade. Tal como a vida. |
|
Miriam Mateus - diz: - Acreditas que tenho andado por várias livrarias a perguntar pelo livro ? Mas felizmente, na Bertrand perto de nós fazem reservas de livros devo receber a chamada deles em breve, que óptimo. Ando a aguardar por ele há um ano, acredito que vai valer a pena...Beijocas |
|
Geocrusoe - diz: - espero um dia conseguir comprá-los quando chegar ao continente, na Horta é impossível |
|
Geocrusoe - diz: - espero encontrá-lo ainda quando for ao continente, pois cá pela Horta é impossível e em lisboa já o procurei e não havia |
|
Geocrusoe - diz: - espero que este livro ainda esteja à venda quando puder passar pelo continente, pois cá pela Horta é impossível, todos os livros que comprei de José Luis Peixoto foram fora da minha ilha e o morreste-me está na lista dos já procurados |
|
ana valério - diz: - caro josé luís, tropecei por acaso no seu blog quando procurava novidades no seu site...que felicidade poder conhecer mais algumas das suas palavras. os seus livros têm sido para mim muito importantes, às vezes perturbam-me e deixam-me infeliz...mas afinal também é esse o propósito...a suas palavras são cheias e secas mas materializam-se e quase as sinto na boca. adoro as referências ao alentejo...passei bons tempos da minha infância em benavila e num monte que ficava perto onde uns tios avós eram guardas. ainda hoje lhe sinto o cheiro..tal como cheiro o alentejo nos seus livros. vou ficar atenta ao seu blog e pode ser que daqui a algum tempo ganhe coragem e lhe envie o link do meu...com muita estima Ana ps - vou-me oferecer esta reedição. |
|
Português - diz: - Eu vou comprar! |
|
marta - diz: - Este foi o 1.º livro teu q li. Vi me aflita para o encontrar. Sou de Lisboa e só após um ano que a vontade de o ler me suscitou (atraves de uma entrevista qualquer q vi num canal de tv) é q fui encontra-lo numa livraria do Algarve!! Boa reedição ;) bjinho Marta http://desassossego-que-mata.blogspot.com/ |
|
maria joão pingarilho - diz: - O trajecto pelo o universo dos livros pode ser percorrido através de livros pelos quais nos apaixonamos; de livros que fazem parte das nossas memórias; de livros escolhidos minuciosamente; de livros lidos repetidamente. «Morreste-me», de José Luís Peixoto é um desses livros, lugar real e verosímil de palavras, escrito na linguagem do sentir e da expressão íntima, que testemunha as dores do tempo e a inexorabilidade da vida. Na sua escrita, sempre a acção permanente de descoberta, de compreensão, de revelações infinitas, de histórias partilhadas, que não nos pertencendo, ao deixarem em nós pedaços de outras vidas alargam um mundo interior, criando assim, em cada leitor, uma identidade peculiar e única. De uma sensibilidade subtil, «Morreste-me» revela o quão difícil é sobreviver à morte de uma pessoa significativa: a morte que ronda cada corpo com alma, cada presença, cada um de nós. Tomando como ponto de partida a sua trama – o sofrimento existencial entrelaçado com o modo como o autor inscreve nele instantes da eternidade, podemos absorver o sabor a companhia, dentro dos dias, numa geometria de prosa poética, melancólica e nostálgica. Uma narrativa feita de uma vivência dolorosa, que reflecte a morte a ser tolhida por entre inquietações, fragilidades, inseguranças, saudade. Através da sua leitura, a sermos pessoas feridas. O autor a escrever angústia, de saber que a morte de quem nos acompanha a vida nos torna espectadores de perdas e dores pessoais. Mas também um olhar sobre a morte que suscita a vida, noutras formas, a morte a integrar-se a pouco e pouco na vida, as recordações perenes: da presença de um Pai a introduzir-se na existência de um Filho, o amor e as emoções para sempre. Um livro que ata como um abraço apertado Pais e Filhos até ao fim do tempo. |
|
Fernanda Paredes - diz: - Fernanda Paredes - diz: - Fernanda Paredes - diz: - Fernanda Paredes - diz: - Eu tenho a primeira, Zé Luis e espero por essa com muito gosto. Um abraço Fernanda de Braga |
|
Francisco - diz: - Que algum dia essa edição chegue ao Brasil.. |
|
Kátia Proust - diz: - É uma notícia maravilhosa. Mesmo, mesmo. Vamos comprar. Beijos e um fim de semana lindo* |
|
Ana Conchinha - diz: - Pois, parece que o pessoal anda desesperado à procura do "Morreste-me"... Ainda bem que há uma nova edição. Assim, mais pessoas se vão poder deliciar. :)By the way, adoro a capa! :) |
|
Monica - diz: - Nao acredito!!! Fico tão, mas tão contente!!!!! Infinitamente obrigado por esta nova edição :) :) :) |
|
|