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Blog > Blog do José Luís Peixoto
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Cão morto, férias, Alzheimer - 20/11/2008 - 15:39

 

20/11/2008 - 15:39

Moura Aveirense - diz: - Foi uma linda surpresa ter descoberto que também tem um blog. Sou leitora dos seus livros e é sempre um prazer relê-lo. Saudações, Moura Aveirense (http://mouraaveirense.blogspot.com)

20/11/2008 - 15:39

Eduarda Pinto - diz: - Olá Zé Luís muitos beijinhos. Se quiseres posso enviar-te os livros em braille. Manda-me a morada para meu mail , eduardappinto@gmail.com , que eles chegarão onde quiseres que cheguem. Beijinhos Eduarda

20/11/2008 - 15:39

Joana - diz: - Sugiro (ainda que seja petulância) " O crime do professor de matemática" de Clarice Lispector. Está em Laços de Família. Lembrei dele ao ler teu texto - triste, triste, triste - embora talvez a única relação entre os dois seja o enterro do cão. Abraços, Joana

20/11/2008 - 15:39

Filipa Lourenço - diz: - Olá. Mais uma vez, tento falar-lhe daqui. Ainda não sei se concorda com o dia 24 para a entrevista. Escolha, por favor, o local. Quanto à hora, o fotógrafo que irá comigo disse-me que só terá disponibilidade a partir das 15h00. Espero que esteja disponível. Enviei-lhe o meu nº de telemóvel para o seu email pessoal. Fico a aguardar o seu contacto. Abraço, Filipa Lourenço (Notícias Médicas)

20/11/2008 - 15:39

Margo - diz: - o que sei sobre ti pode assemelhar-se ao passar os dedos por uma faca improvisada, deixada por afiar, utilizada para fins que exigiram a força e a insistência que lhe dão o aspecto e o toque irregular que parecem ter vindo para ficar. a falta de precisão, a resistência ao toque, os rombos. foi assim que nos ensinaram, na escola primária, a decorar os meses com trinta e trinta e um dias. talvez nem a suavidade das mãos (os nós em onda) permaneça, mas a tua voz é, ainda, muitas vezes, essa faca. eu estive atenta. ela avançou num dilacerar quente, o ar iluminado. ( eu estava no algarve, na altura em que a revista saiu. fiquei tão orgulhosa de ti. foi o primeiro texto absolutamente puro da tua autoria que eu li em muito tempo. foda-se, nada me poderia ter deixado mais feliz naquela manhã. voltei a acreditar em ti. )

20/11/2008 - 15:39

Kátia Proust - diz: - Ler-te, menino-deus, é sempre valioso.

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