|
Ana Lúcia - diz: - A verdade é que num gesto puro está presente a força do desejo de concretizar o que esperamos ser o "efeito secundário". Num gesto pouco seguro, a sua razão leva tempo construir: o toque! Não há termo na acção presente, que cesse a solidão que é nossa na silenciosa e fria noite que nos devora. Fantástico o texto! |
|
|